No exercício da compaixão, que é a
beneficência da alma, revisa o que sentes, o que desejas, o que
acreditas e o que falas, efetuando a triagem dos propósitos mais
ocultos que te inspirem, a fim de que se traduzam em bondade e
entendimento. Porque mais dia, menos dia, as nossas
manifestações mais íntimas se evidenciam ou se revelam,
inelutavelmente, de vez que tudo aquilo que colocarmos, no oceano da
vida, para nós voltará.
Do livro Paciência, de Emmanuel/
Psicografia de Francisco Cândido Xavier